Chow Chow

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Chow-chow (em chinês: 獢 ou 松狮犬 ) é uma raça canina originária da China. [1] Esta raça foi utilizada como cão de rinha, de guarda, de caça e como cão de trenó.[2]

Temperamento
Versátil, este cão foi animal de rinha, guarda, caça e puxador de trenó.
São independentes, leais, reservados e silenciosos. Ainda conservam temperamento de guarda e são territorialistas e dominantes. São cães de temperamento forte, por vezes considerados teimosos, e necessitam de um dono experiente. São conhecidos como “cão de um dono só”, e deixam bem claro qual o escolhido.

Características
O chow chow é conhecido por possuir a famosa “língua azul” e pela sua aparência de cão-leão. Ocupam atualmente o 76° lugar no ranking de inteligência canina, entre as 79 colocações. São bem territorialistas e atuam muito bem como cães de guarda silenciosos. Por, normalmente, possuir temperamento dominante, esses cães podem a vir causar brigas com outros cães, sendo indicados para donos experientes e responsáveis.
Os machos podem ter entre 48 à 56 cm de altura na cernelha, e as fêmeas entre 46 e 51 cm na cernelha. Eles podem se apresentar em 5 cores, todas em forma unicolorː Preto, vermelho, azul(cinza), fulvo, creme , frequentemente com nuanças, mas sem manchas. Foram utilizados como cães de rinha, de guarda, de caça e como cães de trenó.

História
Raça antiga e de origem ainda desconhecida, análises de DNA sugerem que estes cães tenham surgido originalmente na Mongólia ou Sibéria, e então foram levados para a China. Na China estes cães são chamados de Songshi Quan (鬆獅犬 Pinyin: sōngshī quǎn), que significa literalmente “cão-leão-empolado”. É suposto que sua imagem já tenha sido usada para decoração de objetos na Dinastia Han, 206 a.C e que durante a Dinastia Tang, um dos imperadores teve em seu canil 2 500 exemplares deste canino, e estes ficaram conhecidos como Tang Quan (cão da Dinastia Tang). Entre as especulações dos historiadores, estão os cruzamentos entre mastins e spitzs. Trazidos pelo exército inglês por volta de 1820, por causa de sua aparência, chegaram a ser expostos em zoológicos ingleses como animais exóticos. Preferidos de Sigmund Freud e Konrad Lorenz, estes cães são considerados difíceis e teimosos até para donos experientes.

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